Os jovens britânicos Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Claflin) são
amigos inseparáveis desde a infância, experimentando juntos as
dificuldades amorosas, familiares e escolares.
Embora exista uma atração
entre eles, os dois mantêm a amizade acima de tudo.
Um dia, Alex decide
aceitar um convite para estudar medicina em Harvard, nos Estados
Unidos.
A distância entre eles faz com que nasçam os primeiros segredos,
enquanto cada um encontra outros namorados e namoradas.
Mas o destino
continua atraindo Rosie e Alex um ao outro.
Meu Comentário:
Vi a capa, dei uma olhada na sinopse e me aventurei.
No começo, foram ótimas risadas, e realmente a Rosie tem a melhor amiga que alguém poderia desejar ter... a super sincera...rsrsrs.
No entanto, o medo foi um erro fundamental na trama desse filme.
Admito, que já o tenha cometido algumas vezes, e talvez por isso me vi apreensiva a cada cena e admito que meu coração se apertou em várias situações.
No final das contas, encarei o filme como uma boa lição para nos tirar da concha e não se deixar acovardar por medo da rejeição...
Porque no final das contas, se você não se arriscar ainda assim, você vai sofrer e nem terá os momentos felizes de consolo como lembrança.
Admito que chorei no final... A trama não é pesada, aliás apesar dos percalços de Rosie temos ótimas cenas de humor para quebrar um pouco o drama. Já indiquei para algumas amigas, e quem assistiu aprovou.
Um casal de imigrantes (Matt Bomer e Lucy Griffiths) é considerado
doente demais para desembarcar em Nova York. Como eles não querem que
seu filho recém-nascido tenha a mesma vida em fuga, colocam-no em um
pequeno barco para que, pelo menos ele, chegue à praia.
Uma espécie de
Moisés do século 19 que, jogado ao mar à própria sorte, sobrevive.
Anos depois, o bebê se torna o ladrão Peter Lake (Colin Farrell), que
foge de seu ex-patrão, e agora algoz, Pearly Soames (Russell Crowe).
Como se entende desde o começo, Pearly não é apenas o chefe de uma
gangue local, mas também um demônio, que caça Peter por renegar as
trevas.
Como deve fugir da cidade, o rapaz decide fazer um
último roubo, na casa do milionário Isaac Penn (William Hurt), uma
fortaleza em Upper West Side, onde espera encontrar dinheiro suficiente
para se manter.
No entanto, durante a empreitada, Peter encontra a jovem
Beverly, que fora deixada sozinha na mansão, para ser levada para a casa de campo junto da família em separada logo em seguida.
O trecho abaixo foi retirado do site Adoro Cinema e nos dá um adendo sobre o porque do filme ter sido um fiasco em bilheteria.
“Antes de entrar na sala de cinema, deixe o cinismo do lado de fora”.
Essas foram as palavras dos atores Colin Farrell e Jessica Brown Findlay em uma das entrevistas sobre Um Conto do Destino.
Os dois provavelmente já previam alguma dificuldade para o público
aceitar a história com um estranho cavalo alado, milagres às pencas,
pessoas que não envelhecem e Will Smith
no papel de Lúcifer, ou “Lu”, para os íntimos. De fato, apesar de o
livro original ser popular e respeitado nos Estados Unidos, a versão
cinematográfica adota tão cegamente o tom fantástico que só pode ser
aceita por um espectador profunda e sinceramente romântico.
Meu Comentário:
Apesar das críticas eu resolvi assistir o filme e vou deixar algumas das minha impressões.
Cada um de nós tem um destino.
Somos tão especiais e as vezes nem nos apercebemos disso.
A separação (leia-se morte) é dolorosa, e aceitá-la é uma tortura.
E quando pensamos que estamos entendo o sentido da vida, as coisas mudam de lugar...
E o que era tão certo, é apenas o ápice das transformações que nem sempre nos levam pelo caminho que enxergamos em nossa inocência.
"Um Conto do Destino" é um filme que nos conta como os milagres acontecem à nossa volta e muitas vezes simplesmente não enxergamos.
Acredito que o amor e a esperança esteja tão arraigada em nós, que o simples fato de não entendermos o universo não nos impede de crer na supremacia do amor e na existência de milagres. E o filme confirma isso com maestria e claro, com muita fantasia.
Afinal de contas...
Ainda somos as mesmas crianças que acreditam em contos de fadas... ;)
Claire Randall (Caitriona Balfe) é uma enfermeira em combate em 1945.
Ela é misteriosamente transportada através do tempo e mandada para 1743,
e sua vida passa a correr riscos que ela desconhece.
Forçada a se casar
com Jamie Fraser (Sam Heughan), um cortês e nobre guerreiro escocês.
Um
relacionamento apaixonado se acende, e deixa o coração de Claire
dividido entre dois homens completamente diferentes, em duas vidas que
não podem ser conciliadas. Meu Comentário: Cuidado pode ter Spoiller
Os homens de Kilt voltaram e dou Gracias por isso...
Admito que não li os livros, mas sempre ouvi falar maravilhas dessa série.
Com viagem no tempo e ambientada nas Highlands só posso adiantar que quem ama os livros históricos da Hannah Howell, sem sombra de dúvida vai se apaixonar pela série.
O início desse primeiro episódio é a própria Claire falando das várias explicações para pessoas desaparecidas. Suas frases nos faz pensar, e ao final ela deixa aquela dica de que em sua maioria os desaparecimentos tem explicação... usando a palavra dúbia "Geralmente".
As cenas que mostram os últimos minutos de Claire antes do término da guerra, nos dá uma noção do que foram esses dias.
Uma mulher forjada em ferro, vendo sangue e sofrimento.
A segunda lua de mel de Claire e Frank nos remete à distância em que o casal passou os últimos cinco anos.
O que ficou bem claro é que Frank e Claire só conseguem se "comunicar" na cama, e ainda assim ela ainda tem esperança de salvar o casamento.
Escócia é o cenário escolhido para ser o cenário da lua de mel do casal.
Frank é um historiador, um professor, e achei de mal gosto o fato dele usar o tempo deles nessa viagem para estudar a própria genealogia.
Numa das visitas ao reverendo no eterno recolher de informações do antepassado de Frank, a empregada do reverendo Sra. Graham lê as ervas e a mão de Claire, prevendo sua quebra de linha.
Claire e Frank espiam uma celebração pagã e a Sra. Graham está entre as druidisas e nesse momento Claire percebe que não deveria estar profanando a cerimônia.
Uma planta chama a atenção da Claire entre as pedras o lugar em que foi celebrada a cerimônia, e como não consegue localiza-la em seus livros, resolve voltar para recolher uma flor.
A despedida de Frank e Claire, que eles ainda não sabem, mas será mais longa do que eles imaginam é meio mística.
E, quando Claire acorda na Escócia antiga no meio de um tiroteio entre os dragões vermelhos e os homens de Kilt, se sente meio que sonhando.
Seu encontro com Black Jack o antepassado de seu marido, não é nada agradável, e o salvamento dos escoceses não dá para definir se foi uma maldição ou uma bênção.
Jamie é perfeito. E os embates dos dois é algo a ser apreciado com cuidado e voltar observando bem os detalhes.
Enfim, estou ansiosíssima pelo próximo episódio e sei que serei uma fervorosa defensora e fã dessa série.
H (Mario Casas), depois de ter ido a Londres por um tempo, decidiu voltar a Barcelona. Mas as coisas não estão exatamente como eram antes. Todos aqueles ao seu redor mudaram. Ele também. Mas uma coisa permanece exatamente a mesma: ainda não esqueceu Babi (María Valverde), o grande amor de sua vida. No entanto, Babi já reconstruiu sua vida e está noiva de outro homem. H tenta esquecer de qualquer jeito e decide também começar do zero, mudar de ambiente, sair com amigos, procurar outro emprego... Nesta nova rota, ele conhece Gin (Clara Lago), uma menina dura e intensa que tem os mesmos hobbies que ele. Eles começam um relacionamento, mas... H pode esquecer seus sentimentos por Babi?
Trailer Oficial:-
Meu Comentário: Finalmente criei coragem para assistir "Tengo Ganas de Ti", a continuação de Paixão Sem Limites/ À 3 Metros do Céu. Por vários motivos eu adiei assistir esse filme, mas foi principalmente porque não aprovei o final do primeiro filme. Então vamos ao que interessa: Eu gostei do filme, está super aprovado.
E um dos motivos é o fato de H estar muito mais maduro e coerente... No entanto, ainda conserva seu ar de rebelde ousadia que tanto me agradam e me fazem lembrar de Roore Runaway meu bad boy preferido.
De agora em diante se você não gosta de Spoiller é melhor parar a leitura e ir ver o filme... Porque literalmente eu não consegui comentar o filme sem cometer o pecado de contar fatos importantes...
CUIDADO CONTÉM SPOILLER
Demorei pra assistir "Tenho ganas de
ti", porque simplesmente não tinha coragem de ver H sozinho...
O filme começa com o retorno de H, as
lembranças são fortes... e avassaladoras, principalmente quando vemos a foto de
seu melhor amigo... "Pollo".
O primeiro encontro com o
"futuro" é ótimo... uma cena típica de bad boy... e o pior é que o H
nem teve culpa de nada... a pobre Gin foi que ficou de quatro só de bater os olhos
nele...rs.
Gin se enturma rápido e nos faz acreditar
que seria o par perfeito para H.
A violência está à flor da pele e é difícil
controlar a própria fúria.
A conexão de Hache e Gin no teste de elenco de Genebra (leia-se Gin) é algo
bonito de se ver.
Andar de moto com H é uma oportunidade
única e inesquecível... E a Gin aproveita cada segundo desse momento.
Ah!!! Esse amor bandido... (suspiros).
A saudade de Pollo é tão intensa... e o
reencontro com os amigos... só faz a dor ficar ainda mais evidente.
Uma ferida aberta e ainda não
cicatrizada. Nada é fácil, e o reencontro tão esperado entre Hache e Babi
é demorado...
As novas e inesperadas emoções entre Gin e H... vão
tomando as vidas de tal maneira que é impossível voltar.
A cena do cadeado e da chave no lago... é
pra mim um ponto determinante, nesse momento eu sei que Gin realmente é o
futuro e o certo para H.
É triste ver a família da Babi desmoronar
e que a vida que ela tão orgulhosamente esfregava na cara do H, foi apenas ilusão...
A despedida final de Katina ao seu grande
amor Pollo me levou às lágrimas...
Dizer "Adeus", nunca é uma tarefa
fácil... Mas reviver o passado não é aceitável e traição sinceramente não posso
perdoar... e se eu fosse a Gin não ia querer o H nunca mais...
Uma palavra pra definir Babi...
"vaca"... "egoísta", pela minha raiva puderam perceber que usei duas né? ...rsrs.
E sinceramente, ainda bem que eles não
ficaram juntos no primeiro filme.
O filme toma rumos inesperados e já não o vejo como romance, na minha opinião virou uma grande tragédia...
Os acontecimentos finais... são um
transtorno de sentimentos furiosos... é o fim!!!
Feito os acertos finais... quitamos todas
as contas...
Seguir em frente...
Tudo bem, após ler a carta de Hache
talvez... eu disse talvez, eu lhe desse uma segunda chance...
Querida Gin-tonic:
Es
el momento de escribirte lo que nunca fui capaz de decirte, aunque sea tarde.
Describir lo que ha sucedido en una carta que no te voy a mandar, que no vas a
recibir nunca, que como tú me enseñaste en cuanto acabe de escribirla la
quemaré, mis sentimientos se pondrán a arder, y así el dolor, ¿cómo era?,¿cómo
decías tú?.
Ah ya, así el dolor no se te queda tan dentro. Esta vez solo quiero
ser claro. Sería un imbécil si no gritara que me he equivocado, contigo, que la
he cagado pero bien, desde el principio. Que he intentado avanzar sin apartar
antes las cosas que me lo impedían, agarrado al pasado, mirando para atrás,
queriendo olvidar pero sin parar de recordar.
Qué locura, Gin. Empeñado en
quedarme ahí, en medio de un lado y el otro, sin perdonar, sin perdonarme, sin
avanzar. ¿Dónde está ese reto del futuro, Gin?. Puede que esté en fijarse bien
y en avanzar.
Mirar más cerca, más, tan cerca que lo borroso se vuelve nítido,
se vuelve claro. Claro. Hay cosas que pasaron antes, mucho antes.
No quiero
esperar milagros, solo que las cosas pasen. O no. Si. No. Si. No. Si. No. Yo
ahora lo tendría claro, pero ahora ya no depende de mi sino de ti. Te quiero.
Considerações Finais:-
Gostei do final, e não me senti frustrada dessa vez.
É uma sériebritânicaem 6 episódios, produzida em 1995, adaptada por Andrew Davies da obrahomônimadeJane Austen, publicada em 1813.
Jennifer Ehle e Colin Firth interpretam Elizabeth Bennet e Mr Darcy, foi produzida por Sue Birtwistle e dirigida por Simon Langton.
A série foi uma produção da BBC, com parceria com a estadunidense A&E Network, e o lançamento original pela BBC foi entre 24 de setembro a 29 de outubro de 1995.
O lançamento pela A&E Network, em episódios duplos, foi em três noites consecutives com início em 14 de janeiro de 1996.
Ambientada na Inglaterra no início do século XIX, Pride and Prejudice conta a história das 5 filhas solteiras de Mr. e Mrs. Bennet (Benjamin Whitrow e Alison Steadman), interpretadas por Susannah Harker, Jennifer Ehle, Lucy Briers, Polly Maberly, Julia Sawalha, após o rico Mr. Bingley (Crispin Bonham-Carter) e seu amigo Mr. Darcy, terem se instalado nas vizinhanças da sua propriedade.
Enquanto Bingley se interessa imediatamente pela mais velha das irmãs Bennet, Jane, Darcy tem dificuldades em se adaptar à sociedade local, e entra em discórdia com a segunda das irmãs, Elizabeth.
Meu Comentário:
Com muitos mais detalhes esse seriado nos remete a vida
cotidiana do campo e a arrogância e preconceito de Mr. Darcy.
Esse filme é uma confirmação de que muitas vezes o amor não
acontece em primeiro plano, mas é dosado com o conhecimento e a aceitação dos
defeitos de ambos.
Quando uma misteriosa mulher chamada Katie (Julianne Hough) se muda para a pequena cidade de Southport, Carolina do Sul, seus novos vizinhos começam a levantar questões sobre seu passado. Bela e discreta, ela evita qualquer tipo de laço pessoal com os outros habitantes da região até que conhece o charmoso Alex (Josh Duhamel), um homem gentil, viúvo e pai de dois filhos, e a sincera Jo (Cobie Smulders), que se torna sua amiga. Katie começa a se interessar por Alex e se sente cada vez mais afeiçoada a ele e sua família. Ela acaba se apaixonando mas um segredo de seu passado a impede de ser plenamente feliz. Meu Comentário: Mais um filme baseado na obra de Nicholas Sparks, com uma fórmula bem parecida com "Um Homem de Sorte"... Dessa vez no entanto é a mocinha que aparece bem misteriosa e admito que achei que a Katie fosse realmente culpada. O romance flui suavemente, Alex sofre pela perda da esposa para o ingrato câncer, e Katie não quer se envolver, afinal nem sabe quando tempo poderá ficar. É difícil não se apaixonar pela pequena cidade e seus moradores, suas paisagens limpas e regeneradoras. Alex é um homem impossível de não se apaixonar, e sim, eu tive muito medo do ex-marido da Katie. As crianças também são doces e fazem a trama mais suave, Josh com seu sofrer calado e Lexie com sua meiga criatividade e simpatia. A trilha sonora foi um dos pontos altos, pra ter noção, gravei todas e sim, estão tocando no meu fone de ouvido, principalmente essa:-
A declaração de amor do Alex é perfeita! Os momentos finais eletrizantes! E a carta da misteriosa Jo muito esclarecedora e de deixar os olhos rasos d'água! Enfim, aprovadíssimo!
George (Gerard Butler) é um ex-jogador de futebol que, na tentativa de se aproximar do filho, passa a treinar a equipe juvenil na qual ele joga. Só que ele não consegue se manter afastado das mães dos colegas de seu filho, a quem vive dando em cima. Meu Comentário: Uma comédia do Gerardão, e eu nunca tinha ouvido falar desse filme. Curiosamente ele é de 2012, e claro corri para assistir. Vemos nesse filme um homem pagar por seus erros e perder o que há de melhor na sua vida, simplesmente porque está sempre na hora errada. É bonito ver Dryer, o craque, conquistar o amor, carinho e respeito do Lewis, seu filho. E é doloroso ver que Stacei ainda ama o Dryer, mas não confia nele o suficiente para dar uma segunda chance. Com o casamento marcado com Matt, Stacei luta para não sucumbir ao charme de Dryer, mas é impossível, e enquanto ela reluta a mulherada cai em manada em cima do "pobrecito"...rs é realmente cômico. Gostei do Final, e principalmente da música do After the Rain - John Tremaine, que tem tudo a ver com o filme e o personagem do Gerard Butler. Um filme sem pretensão, mas que aquece o coração.
Depois da Chuva
Sempre olhando para a próxima pontuação Eu estava, sempre procurando o lado Para me levar para a terra prometida Sim, é onde eu estava indo Mas eu estava sempre lá com você Eu só não sabia que Às vezes você tem que perder tudo Para saber quanto você tinha, antes você tinha que cair Eu nunca vou te perder de novo Eu não conseguia tirar a dor Dom brilha mais Depois da chuva Depois da chuva Pensei que eu era um sonhador Mas eu estava apenas adormecido Eu estava dando desculpas para as promessas Eu não mantê-los cada vez Você precisou de mim para mostrar-se Eu nunca fui lá para você É hora de crescer Às vezes você tem que perder tudo Para saber quanto você tinha antes tinha que cair Eu nunca vou te perder de novo Eu não conseguia tirar a dor Dom brilha mais Depois da chuva Depois da chuva O céu é muito mais clara Depois da chuva Eu preciso estar perto de você Todos os erros Eu fiz na minha vida Eu finalmente consegui-lo direito Às vezes você tem que perder tudo Para saber quanto você tinha antes tinha que cair Eu nunca vou te perder de novo Eu não conseguia tirar a dor Dom brilha mais Depois da chuva Depois da chuva
David Norris (Matt Damon) é um jovem político com uma carreira promissora, mas um escândalo atrapalhou a sua corrida ao Senado. Tão logo perde a disputa pela vaga ele conhece Elise (Emily Blunt), bailarina por quem se apaixona. Contudo, homens com estranhos poderes de interferir no futuro aparecem do nada e começam a pressioná-lo para que ele não dê continuidade a este romance, porque isso poderá atrapalhar o futuro de ambos. Sem saber ao certo quem são essas pessoas, a única certeza que David possui é que precisará reunir forças para enfrentá-los e encarar o que o destino lhe reserva. Meu Comentário: Eu realmente não posso deixar de me apaixonar por um homem fiel... e olha que o pobrezinho teve muitos motivos e advertências para seguir em frente e nem olhar para trás. No entanto por três longos anos pegou o mesmo ônibus MI6 olhando e esperando ver ela no mesmo assento, dia após dia. Para ter que, num belo dia sair correndo atrás dela pelas ruas da cidade e apesar de todas as evidências mostrar a ela que a amou por cada segundo, minuto, hora, dia, semana, mês e ano mesmo que nunca tenha ligado para ela. (porque os canalhas queimaram o cartão com o telefone dela, e ele nem pode contar isso para ela... argh...). Lutando contra forças quase insuperáveis é convencido a abrir mão da felicidade pelo bem de Elise, e após 11 meses de uma ausência dolorosa finalmente ele sabe que Elise seguirá sua vida e o plano será como os agentes do destino determinaram. No entanto, a pergunta que o atormenta é: Elise está e ficará feliz, será que ela também não têm o direito de escolher? Nesse momento o filme vira uma corrida eletrizante, e a cada porta aberta uma esperança e um medo terrível assombra o casal, provando, testando o amor deles no último grau. O filme vale a pena, é uma bela história de amor e nos faz pensar nas escolhas que fazemos e pelo que realmente lutamos.
" A maioria das pessoas vivem como estabelecemos. Têm medo de explorar outros caminhos. Mas às vezes aparece gente como você, derrubando os obstáculos que botamos no caminho. Gente que percebe que o livre-arbítrio é um dom que só se aprende a usar quando é preciso lutar por ele. Acho que esse é verdadeiramente o plano do Presidente o de que talvez um dia nós não escrevamos o plano. E, sim, vocês."
Sinopse: Por conta de algumas atitudes erradas que deixaram as pessoas de seu trabalho assustadas, Pat Solitano Jr. (Bradley Cooper) perdeu quase tudo na vida: sua casa, o emprego e o casamento. Depois de passar um tempo internado em um sanatório, ele acaba saindo de lá para voltar a morar com os pais. Decidido a reconstruir sua vida, ele acredita ser possível passar por cima de todos os problemas do passado recente e até reconquistar a ex-esposa. Embora seu temperamento ainda inspire cuidados, um casal amigo o convida para jantar e nesta noite ele conhece Tiffany (Jennifer Lawrence), uma mulher também problemática que poderá provocar mudanças significativas em seus planos futuros. Meu Comentário: Indicado a 8 Oscar e com Bradley Cooper no elenco, somado a Robert de Niro, logo me senti atraída pelo filme e sai em busca para assistir nesse feriado prolongado. Apesar de a primeira vista parecer uma comédia romântica o filme é na verdade um drama, e sinceramente me senti um tanto perdida nas primeiras cenas. O assunto tratado nesse filme é muito sério e não nos conta apenas a história de um homem explosivo que precisa reconstruir a própria vida, mas de como enfrentar as decepções e perdas de nossas histórias. Além de relatar em outros personagens várias síndromes, entre ela o tão famoso TOC. Pat é tão desequilibrado que chegaria a ser cômico, se não fosse triste. Tiffany tem uma história que não é menor em drama e infelicidade. Passei o filme torcendo por eles, e apesar de inicialmente Tiffany parecer tão desequilibrada quanto Pat, ao longo do filme começamos a entender que ela faz muito bem ao "tratamento" e recuperação do Pat. A cena em que Pat finalmente deixa a ficha cair é tão sutil que no final do filme ainda não sabemos qual será a decisão final do moço. Confesso que o filme tem 1,57 min. e o fato do primeiro beijo só acontecer aos 1.49min. me frustou um pouquinho... No entanto, entendemos bem o porque, afinal esse não é um romance colorido de como dar a volta por cima, mas uma lição de vida de como encarar as próprias fraquezas e impedi-las de reger as nossas vidas. Enfim, eu gostei e dou Nota 10, mas sei que encontrarei muitas opiniões diversas.
Sinopse: O Sargento do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, Logan Thibault, retorna de sua terceira missão no Iraque, com algo que lhe faz acreditar que vale a pena viver: uma fotografia que ele encontrou, a qual é um retrato de uma mulher que ele não conhece. Ele descobre que o nome da moça é Beth e onde ela mora. Logo, o Sargento Logan aparece na casa dela e acaba conseguindo um emprego com a família da moça. Apesar da desconfiança inicial e de complicações na vida dela, um romance acaba se desenvolvendo, dando a Logan a esperança de que Beth pode ser muito mais do que sua sorte poderia lhe reservar.
Meu Comentário: "Seu Lugar é Aqui!" Ser fuzileiro, servir seu país, ver a morte, sentir ela tão perto, quase entranhada em sua pele... sobreviver e então descobrir que sua casa e sua família, já não são mais o seu lar. Logan parte em busca do seu lugar... Precisa encontrar seu lugar, um caminho Uma luz na escuridão... Mas para alcançar a luz e retê-la consigo é preciso ficar ainda mais escuro primeiro... Não se engane, imaginando mais uma história de amor... "Um Homem de Sorte", nos conta a verdade sobre ser um sobrevivente... e prepare-se para algumas lágrimas. Se você, soubesse... ao menos imaginasse, Então, poderíamos simplesmente recomeçar a partir daqui. A verdade é que os Livros/Filmes de Nicholas Sparks, sempre têm um gosto agridoce, e é impossível permanecer impassível.
História de dois jovens que pertencem a mundos diferentes.
É a crônica
de um amor improvável, quase impossível, mas que arrasta inevitavelmente
a eles a numa jornada frenética onde descobrem um grande amor.
Babi
(Maria Valverde) que é uma garota de classe média-alta, educada, bondosa
e inocente.
Hatche (Mario Casas) é um garoto rebelde, impulsivo,
inconsequente, tem um apetite para os riscos e o perigo encarnado em
brigas intermináveis e corridas de moto ilegais, fora do limite do bom
senso.
Trailer Oficial: -
Meu Comentário:
Numa fase totalmente espanhola, eu por indicação de um dos grupos do Facebook, me dispus a assistir e aqui vão algumas considerações.
O Hugo Oliveira (esse foi o nome usado na versão dublada) é lindo, uma versão bem próxima do meu tão esperado herói literário Roore Runaway, porque com um histórico bem dramático, ele é um bad boy daqueles que faz parar a respiração e simplesmente causa desmaios por onde passa.
Já a Babi achei bem insonsa, mas como não tinham uma Faoreway O'Brien, tive que me contentar com ela mesmo...rs.
O romance como era de se esperar é completamente impossível, o clássico a Patricinha e o Motoqueiro Inconsequente, que simplesmente causa estragos, prejuízo e dor por onde passa.
Na minha humilde opinião o filme poderia terminar bem aqui: -
Infelizmente, o filme continua e aviso às sonhadoras como eu que defitivamente o final não me agradou, ainda assim, o filme vale a pena.
Pra terminar a música que abre e fecha o filme é super bonita, e quem gosta de um amor proibido, do tipo clássico com certeza será uma ótima pedida.
Aos 12 anos de idade a jovem Fanny passa a morar de favor em Mansfield Park, a casa do esposo de sua tia, Sir Thomas Bertram (Harold Pinter).
Inteligente e estudiosa, ela logo se torna amiga de seu primo Edmund, o filho mais novo de seus tios, apesar de ser sempre destratada por seu tio e pelas suas primas fúteis.
Com o passar do tempo Fanny se torna uma bela mulher, que acaba chamando a atenção de Henry Crawford (Alessandro Nivola), jovem que se tornou recentemente seu vizinho juntamente com sua irmã, Mary (Embeth Davidz).
Notando o interesse de Henry por Fanny, os tios dela logo promovem um encontro entre os dois para logo depois se sentirem revoltados com o desprezo que a jovem demonstra pelo seu novo vizinho.
Meu Comentário:
É o velho clichê da garota pobre criada em meio à família rica.
O desabrochar de Fanny é lento e acompanhada de Edmond, os anos são quase dourados, excetuando claro, a tia Norris que é sutilmente cruel.
Nesta trama achei o Edmond lento e irritantemente passivo, sem o desespero declarado da Jane.
Quando a jovem Catherine Morland tem a oportunidade de ir morar com a família Allen em Bath, ela espera ter também a chance de viver aventuras românticas como aquelas que sempre leu nos livros.
Como os Allen não têm filhos, logo ela é apresentada a outros de sua idade: Isabella Thorpe e o irmão John, grande amigo do irmão de Catherine, James; e também Henry Tilney, um rapaz bonito e boa família, e a irmã dele, Eleanor.
Convidada para um passeio na abadia de Northanger, no estado de Tilney, a jovem sonhadora imagina que chegou seu momento de viver um grande romance. Mas Catherine logo percebe que status, classe e dinheiro têm tanta ou mais importância do que as coisas do coração.
Meu Comentário:
É uma sátira aos romances góticos tão em alta na época.
A trama em si é água com açúcar; o desfecho como já foi amplamente comentado é rápido demais para conseguir ser marcante.
Depois de assistir "Orgulho e Preconceito", "Razão e Sensibilidade", fica difícil dizer que esse filme é um grande clássico.