Lady d'Arques

Mara d'Arques

Apaixonada pelo capitão Connor Drake, Payton sonha em ser capitã de seu próprio navio. 

Ela cresceu desejando essa profissão exclusivamente masculina, mas agora deve abdicar disso tudo para conseguir um bom marido. 

O problema é que Connor só percebe seus sentimentos por Payton na véspera de seu casamento com outra. 

Quando o barco dos noivos parte rumo às Bahamas, ele é atacado e resta a Payton se infiltrar num navio pirata para salvar a vida do amado. 

A coragem da jovem une os dois, e o resgate pode gerar mais frutos do que ela imaginou. 

Meu Comentário:

Eu me encanto com a escrita da Patricia Cabot e estava muito empolgada no inicio da leitura.

No entanto, admito que Connor não é tão esperto quanto eu gostaria que ele fosse e Payton tem que fazer praticamente o trabalho todo sozinha.

Com um bando de vilões estranhos e exóticos, tenho que confessar que a leitura se arrastou por alguns meses.

A família de Payton apesar de ser engraçada e maluca, não me cativou ao ponto de querer livros individuais e simplesmente queria terminar a leitura.

As cenas hots foram realmente elaboradas...rs. Nesse momento tive certeza que era um livro da Patricia Cabot...rs.

Payton e Connor são resgatados da ilha em que ficaram dois meses (devo dizer, idílicos) e desse momento em diante, Payton sofre uma transformação e achei ela teimosa e cabeça dura. 

Finalmente Connor aprende ao final como domá-la. Ponto para seu presente inusitado de casamento... Amei!!!

Resumindo o final fez a leitura valer a pena.

Nota 5

Música para leitura: Let me hold you - Josh Krakcik 







Durante um baile, Lady Caroline Linford abre a porta de um dos cômodos e flagra seu noivo, o marquês de Winchilsea, nos braços de outra mulher.

Para a sociedade vitoriana do século XIX, tais escapulidas masculinas eram normais, e cancelar o casamento seria impensável. 

O jeito, decide a jovem, é aprender a ser, ao mesmo tempo, a esposa e a amante, para que o marquês nunca mais tenha de procurar outra mulher fora do lar. 

Por isso, resolve tomar lições - teóricas, claro - sobre a arte do amor com o melhor dos professores: Braden Granville, o mais notório libertino de Londres. 

Logo nas primeiras aulas começam a voar faíscas e as barreiras entre professor e aluna caem. Escrito por Meg Cabot, sob seu pseudônimo, esse romance vai mostrar que o amor escolhe seus próprios caminhos, sempre imprevisíveis.

Meu Comentário:

Braden Granville é conhecido como o "Lothario" de Londres, numa referência à obra de Nicholas Rowe, The Fair Penitent, 1703, que seduzia e enganava as mulheres. (pag. 19).

A descrição da aparência de Braden sob os atentos olhos de Caroline, é bem intrigante... :-

"Não tinha lá um rosto muito bonito, e a vida não o tinha tratado muito bem, tinha na sobrancelha direita uma cicatriz profunda que parecia um ferimento feito à faca." (pag. 19).

Caroline Linford e Braden Granville, a mais improvável das misturas, se mostra a mais doce e apaixonante das aventuras.

A inocência de Caroline seduz Braden com uma facilidade impressionante, de maneira que nenhuma malícia conseguiria.

E eu admito que é foi muito fácil me apaixonar pelo "Lothario" de Londres, difícil na verdade é resistir à ele...rs.

Caro, como é carinhosamente tratada pelos familiares e amigos, é única, porque vamos e venhamos, que mulher flagraria seu noivo com outra mulher, e em vez de fazer escândalo, procura o maior libertino da Cidade para aprender a seduzir?  (0.o)

Com uma trama bem alicerçada e personagens secundários interessantes a leitura flui com rapidez.

Confesso que ver Braden prostado diante da perda iminente da Caroline condoeu o meu coração.

E ver o Epílogo, ainda que curtinho, me deixou mais do que satisfeita.

Destaque especial para os bilhetes que Braden e Caroline, trocam ao longo da história. Abaixo vou colocar o que mais gostei...rs.


São cinco horas. Você esta exatamente uma hora atrasada para nosso compromisso. Atraso é uma coisa que eu não suporto. Pegue seus óculos e me encontre aqui fora em cinco minutos, ou eu irei até ai e a arrastarei para fora. B. Grandville


Também para o mordomo mais fofo que alguém desejaria ter e para a amiga feminista mais leal que alguém poderia desejar.

O pai de Braden também é uma figura à ser lembrada, e a mãe de Caroline apesar de parecer megera, é apenas uma pobre viúva que os filhos fazem o que querem.

Enfim, nota 10. Absolutamente perfeito.



Quando o dever se converte em prazer…

Edward Rawlings faria qualquer coisa para não assumir o título de duque e ter de passar seus dias cumprindo as obrigações burocráticas do cargo. 

Por isso, não pensa duas vezes antes de viajar para a Escócia e encontrar a única pessoa que poderia substituí-lo: o sobrinho Jeremy, o menino de dez anos que era o verdadeiro herdeiro do título.

Órfão, o pequeno Jeremy vive num casebre com a tia Pegeen, uma mulher com opiniões demais para a época. Ela não quer que Jeremy cresça mimado e rodeado de riqueza. 

Mas sabe que Edward pode oferecer ao menino oportunidades de que ela jamais seria capaz-e aceita mudar-se para a propriedade dos Rawlings, na Inglaterra.

Acostumado a conseguir qualquer mulher, Lord Edward enlouquece com a sensualidade e os olhos verdes de Pegeen, que estava longe de ser a tia solteirona que ele havia imaginado. Mas Pegeen não está disposta a fazer mais concessões.

No entanto, ao chegar à mansão, ela logo percebe o risco que corre. Sempre movida pela razão, Pegeen sente que dessa vez seu coração está tomando as rédeas. Ela pode resistir ao dinheiro e ao status, mas conseguirá resistir a Edward?

Meu Comentário:

Ganhei esse livro no meu aniversário, da amiga Danielle Mano. Gracias pelo mega-presete amiga.

Sem muitos detalhes, pois se tornaria um SPOILLER DO MAL, posso afirmar sem medo de errar que Edward apesar de teimoso é "Mara".

A Peegen é das "minhas" e o Jeremy é dinamite pura. Livro que vai para a coleção e com certeza será relido várias vezes ao longo dos anos.

Absolutamente Perfeito!

Nota 10. (Na falta de nota maior).

Segue abaixo sequência da Trilogia:-

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