Inocência e Pecado

Londres, 1805

O plano perfeito...
Randall Clayton, o duque de Beldon, tem um motivo secreto para seduzir Caitlin Harmon. Ele está empenhado em encontrar o homem que causou a morte de seu primo, e sua investigação o leva diretamente ao pai de Caitlin, um conhecido professor e arqueólogo...

A sedução perfeita...
Caitlin Harmon é uma jovem intelectual e independente, dedicada a ajudar o pai em suas pesquisas e escavações. Ela não tem planos de se casar, nem mesmo de se apaixonar... mas basta dançar uma vez com o atraente duque de Beldon para seu coração ficar perdido para sempre...

O pecado perfeito...
Randall e Caitlin se tornaram o principal o assunto de Londres, até que a intriga e a traição os separou. Agora, Randall tem todos os motivos para se dedicar a uma missão bem mais importante: provar a Caitlin que o amor é o mais precioso de todos os tesouros...

Meu Comentário:
Esse livro foi mutilado com certeza. É polêmico e a leitura é um tanto quanto arrastada.

Cena muito triste é a perda do filho tão desejado, a partir daí o lar se desfaz e a covardia de Randall destrói o pouco do que havia no relacionamento.

O fato de Randall trair Caitlin é indigesto e perdoá-lo sinceramente não é fácil nem para nós leitoras, imaginem para a mocinha.

Mesmo dando a vida como prova de amor e fazendo novo voto de fidelidade acho a marca da traição indeleável à alma.

Nota 7.

Esse livro faz parte da Série Clayton... o nº 1 ainda não li... mas me disseram Maravilhas sobre ele!

  • 1. Wicked Promise (1998) - Amor Proibido - Nicholas Warring e Elizabeth Woolcot.
  • 2. Perfect Sin (2000) - Inocência e Pecado - Randall Clayton e Caitlin Harmon.

3 comentários:

Lulu Sempre Romantica disse...

Bom eu ja estou com esse livro aqui, ainda bem que vc ja me preparou para algumas decepções!

Beijos

Mil suspiroos disse...

Olá Mara!
Concordo contigo.
Tbm já li esse livro e o ato da traição me deixou com o estomago embrulhado.
Geralmente quando a auotora coloca a traição no meio do romance o livro perde toda a graça pra mim.
Li alguns livros em que a traição acontecia no início do casameto quando ainda não havia nenhum vínculo afetivo entre o casal, quando o mocinho acreditava que o fato de ter amantes era algo normal para a época, já que foi educado assim, mas no decorrer do livro quando aos poucos o casal se apaixona a traição é deixada de lado.
Mas nesse livro a traição realmente foi indigesta, mais pela forma como ocorreu. O fato dele ter feito um novo voto de fidelidae não me convenceu em nada, afinal ele já tinha quebrado um voto antes, o quê o impediria de quebrá-lo novamente, caso uma nova crise abalasse o casamento??!!! A mocinha merecia coisa melhor!!!!

Ops!! falo das personagens como se elas fossem rais, de carne e osso, não é!! rsrssrsrsrs Repara não, sou assim mesmo :)

Bjosss
Renata

Mara disse...

Oi Renata!

Realmente a traição é muito indigesta, principalmente porque foi no momento em que ela mais precisava de apoio.

Sinceramente, eu não perdoaria e nem sei se o aceitaria de volta!

Confiança quebrada pra mim é como cristal trincado, ainda que não quebrou nunca mais será o mesmo.

Amei seu comentário... brigado por sua participação que está a cada dia tornando o blog mais interessante.

bjos
Mara

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