UM CASAMENTO FORÇADO
 

Inglaterra, 1280

Malcom de Farouche sentia o sangue correr mais rápido nas veias só de pensar em Elinore de Evenbough, mas o motivo seria raiva ou paixão? 

Ele só sabia que, embora aquela mulher fosse partilhar sua cama por ordem do rei, não podia confiar à beldade guerreira nem sua vida, nem seu coração!

Le Farouche, "O Bravo". O título dava ainda mais brilho à reputação de Malcolm como o maior cavaleiro da terra. 

Mas como Elinore afastaria as suspeitas de uma ligação com seu pai traidor? 

Sua alma, porém, lhe dizia que aquele homem era a metade que faltava em sua vida!
Meu Comentário:

Indicação da minha amiga da Banca "Lucia"...


Primeiro porque o Le Farouche é absolutamente um homem das sombras, tem cicatrizes no corpo e na alma, pois foi traído pelos que mais estimava, começando pelo melhor amigo e terminando com a mulher que amava.
 

De espírito extremamente desconfiado encontra uma adversária à altura em Lady Elinore que despreza todos os homens e sempre lutou por ser melhor do que eles, tornando-se uma donzela guerreira destra no manejo de adagas e até de espadas (me lembrou muito a 
Bethia de Burgh e também Fiona dos deis punhais...rs).

Lutadora incansável, resgata o marido da morte mais de uma vez, inclusive desafiando o próprio Rei...rs.


Uma estória de amor cercado por traidores e muitas situações delicadas.

O casal Elin e Le Farouche são opostos que se atraem e apesar de as possibilidades serem quase nulas, contra todas as estimativas conseguem ficar juntos e serem felizes, vencendo os próprios medos e incertezas.

NOTA
10

PS.
Le Farouche é um sujeito desconfiado e durão e me lembrou demais o meu amado Lord Anvrai d'Arques.


2 comentários:

jane cristina aquino disse...

KKKKK, vc é hilária quando cita Lord Anvrai d'Arques, mas li o livro dele por conta de sua rezenha e gostei também, alias todos os seus comentários são de dá água na boca de tanta vontade que se tem para ler tais livros citados, pena que o tempo é tão curto para tantos livros para se ler!

Mara disse...

Oi, Jane!

Realmente o Anvrai é um adendo constante na minha vida literária...

Fico feliz em saber que aprecias minhas divagações e que leu meu amado Lord Anvrai...

Sinta-se em casa!

bjos
Mara d'Arques

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